Desde terça-feira, quem passa pelo Bloco 2 se depara com uma exposição que foge do convencional. E essa é justamente a proposta de dois dos egressos do curso de Publicidade e Propaganda da FAG, Cris Colsenti e Tays Villaca, os responsáveis pelas artes que lá estão à disposição do público. Com o objetivo de promover a reflexão sobre estereótipos e a projeção dos preconceitos através da autocrítica, eles buscaram aliar artes minimalistas e textos provocativos.
A exposição Tribo Hai-kai reúne peças que foram produzidas a partir de técnicas de art design, através de diferentes metodologias. “Nossa intenção é dizer muito com poucas palavras”, conta Tays. Para isso, eles se utilizaram de epigramas líricos, denominados hai-kais, comuns na cultura japonesa, mas pouco conhecidos por aqui. Estes poemas são feitos, geralmente, com 21 sílabas, distribuídas em três versos.
Cris e Tays trabalhavam juntos em uma agência de comunicação e tiveram a ideia da exposição a partir da leitura de um livro de Hai-Kais, escrito por Millôr Fernandes, que se usou da técnica japonesa para trabalhar a realidade brasileira.
Abordando temas polêmicos e que são motivadores de diversos preconceitos, como religião, comportamento e cultura, eles procuram também passar uma mensagem para o público. “Todo mundo pode exteriorizar sua arte. Buscamos, então, estimular o pessoal a criar e a promover esse debate”, conta Cris, que lembra que muitas vezes o “politicamente correto” é um dos empecilhos para a manifestação de opiniões que fujam do comum, situação, que junto dos preconceitos formados, é sintetizada por ele. “Um dos problemas é que muitos pensam assim: eu rio de todo mundo, mas não quero que riam de mim”.
A exposição segue sendo realizada no térreo do Bloco 2.
A exposição Tribo Hai-kai reúne peças que foram produzidas a partir de técnicas de art design, através de diferentes metodologias. “Nossa intenção é dizer muito com poucas palavras”, conta Tays. Para isso, eles se utilizaram de epigramas líricos, denominados hai-kais, comuns na cultura japonesa, mas pouco conhecidos por aqui. Estes poemas são feitos, geralmente, com 21 sílabas, distribuídas em três versos.
Cris e Tays trabalhavam juntos em uma agência de comunicação e tiveram a ideia da exposição a partir da leitura de um livro de Hai-Kais, escrito por Millôr Fernandes, que se usou da técnica japonesa para trabalhar a realidade brasileira.
Abordando temas polêmicos e que são motivadores de diversos preconceitos, como religião, comportamento e cultura, eles procuram também passar uma mensagem para o público. “Todo mundo pode exteriorizar sua arte. Buscamos, então, estimular o pessoal a criar e a promover esse debate”, conta Cris, que lembra que muitas vezes o “politicamente correto” é um dos empecilhos para a manifestação de opiniões que fujam do comum, situação, que junto dos preconceitos formados, é sintetizada por ele. “Um dos problemas é que muitos pensam assim: eu rio de todo mundo, mas não quero que riam de mim”.
A exposição segue sendo realizada no térreo do Bloco 2.




