A Faculdade Assis Gurgacz recebeu, nesta sexta-feira e no sábado, os árbitros paranaenses que integram o quadro da CBF. Eles estiveram na FAG para treinamento visando ao Campeonato Brasileiro de 2012, cujas partidas passarão a contar com cinco deles em campo, já que a Comissão Nacional de Arbitragem de Futebol resolveu adotar, para a competição, os árbitros assistentes adicionais, que ficam na linha de fundo, alternativa que já é utilizada na Europa e no Campeonato Paulista.
Quem também acompanhou as atividades teóricas, na sexta, e práticas, no sábado, foi o vice-presidente da Federação Paranaense de Futebol, Hélio Camargo. De acordo com ele, estes trabalhos, além de serem consequência de exigências da CBF, fazem parte de um processo que a FPF adota para oferecer a melhor estrutura possível para os árbitros. “Neste sentido, a parceria com a FAG, com uma estrutura de primeiro nível, tem nos ajudado muito em nossa busca pela sustentação do nosso quadro de arbitragem”, conta ele, destacando, também, o Curso de Formação de Árbitros, já iniciado na própria Faculdade.
Árbitro da final do Campeonato Paranaense, neste domingo, Adriano Milczvski também participou das atividades. “É uma situação nova para nós, também. Pelo que víamos na TV, não era possível identificar tanta finalidade para o árbitro adicional, mas, na prática, a gente vê que isso pode resolver quase 100% dos lances”, comenta.
Este número é comprovado pelos dados colhidos pela Federação Paulista de Futebol. De acordo com o instrutor de árbitros, Roberto Perassi, um dos responsáveis pelas atividades deste fim de semana e que é observador no estado de São Paulo, estado que utiliza os adicionais já há dois anos, cerca de 92% dos lances polêmicos foram acertados, a partir da adoção desta novidade.
A função do árbitro assistente adicional é mais do que auxiliar apenas o apitador principal (este que segue sendo quem tem a palavra final nas decisões). Como ele fica responsável pelos lances de área e por dizer se a bola ultrapassou ou não a linha de meta, os “bandeirinhas” podem voltar suas atenções quase que totalmente à questão do impedimento.
Os árbitros assistentes adicionais ficam sempre posicionados na linha de fundo, do mesmo lado, em relação às traves, em que corre o “bandeirinha”. Como recomendação da FIFA, somente árbitros principais é que podem exercer esta nova função e, em geral, serão apitadores menos experientes ou do mesmo nível em relação àquele que está responsável por comandar a partida. A comunicação entre os cinco se dá somente via pontos eletrônicos e o gestual é recomendado apenas em caso de falha no sistema da tecnologia.
Esta alternativa de auxílio ao trabalho da arbitragem foi sugerida pela FIFA, após o confronto entre Alemanha e Inglaterra, na Copa do Mundo de 2010, quando o inglês Frank Lampard chutou de longa distância e a bola bateu no travessão e entrou. Como o “bandeirinha” não teve tempo de chegar até a linha de fundo para ter a certeza do gol, o tento, que seria o de empate, já que o jogo estava em 2 a 1, acabou não sendo validado. Ao término do jogo, os ingleses foram eliminados, com uma derrota por 4 a 1.
Quem também acompanhou as atividades teóricas, na sexta, e práticas, no sábado, foi o vice-presidente da Federação Paranaense de Futebol, Hélio Camargo. De acordo com ele, estes trabalhos, além de serem consequência de exigências da CBF, fazem parte de um processo que a FPF adota para oferecer a melhor estrutura possível para os árbitros. “Neste sentido, a parceria com a FAG, com uma estrutura de primeiro nível, tem nos ajudado muito em nossa busca pela sustentação do nosso quadro de arbitragem”, conta ele, destacando, também, o Curso de Formação de Árbitros, já iniciado na própria Faculdade.
Árbitro da final do Campeonato Paranaense, neste domingo, Adriano Milczvski também participou das atividades. “É uma situação nova para nós, também. Pelo que víamos na TV, não era possível identificar tanta finalidade para o árbitro adicional, mas, na prática, a gente vê que isso pode resolver quase 100% dos lances”, comenta.
Este número é comprovado pelos dados colhidos pela Federação Paulista de Futebol. De acordo com o instrutor de árbitros, Roberto Perassi, um dos responsáveis pelas atividades deste fim de semana e que é observador no estado de São Paulo, estado que utiliza os adicionais já há dois anos, cerca de 92% dos lances polêmicos foram acertados, a partir da adoção desta novidade.
A função do árbitro assistente adicional é mais do que auxiliar apenas o apitador principal (este que segue sendo quem tem a palavra final nas decisões). Como ele fica responsável pelos lances de área e por dizer se a bola ultrapassou ou não a linha de meta, os “bandeirinhas” podem voltar suas atenções quase que totalmente à questão do impedimento.
Os árbitros assistentes adicionais ficam sempre posicionados na linha de fundo, do mesmo lado, em relação às traves, em que corre o “bandeirinha”. Como recomendação da FIFA, somente árbitros principais é que podem exercer esta nova função e, em geral, serão apitadores menos experientes ou do mesmo nível em relação àquele que está responsável por comandar a partida. A comunicação entre os cinco se dá somente via pontos eletrônicos e o gestual é recomendado apenas em caso de falha no sistema da tecnologia.
Esta alternativa de auxílio ao trabalho da arbitragem foi sugerida pela FIFA, após o confronto entre Alemanha e Inglaterra, na Copa do Mundo de 2010, quando o inglês Frank Lampard chutou de longa distância e a bola bateu no travessão e entrou. Como o “bandeirinha” não teve tempo de chegar até a linha de fundo para ter a certeza do gol, o tento, que seria o de empate, já que o jogo estava em 2 a 1, acabou não sendo validado. Ao término do jogo, os ingleses foram eliminados, com uma derrota por 4 a 1.




