Os haitianos Matin Wikendy e Saint Vil Jean foram os protagonistas de uma atividade do curso de Direito, recentemente. Com o objetivo de apresentar a realidade do país de onde vieram os dois, os professores Anderson Dias, Marcella Brazão e Rafael Brugnerotto reuniram acadêmicos da graduação no auditório do Bloco 1 para uma conversa sobre o assunto.
Chegados à FAG ainda em janeiro, Matin e Saint são os que mais tiveram facilidade para lidar com a língua portuguesa e, por isso, foram os escolhidos para a atividade. Junto deles, porém, ficaram os acadêmicos que mais sabiam lidar com o inglês, para auxiliar os “entrevistados” no caso de necessidade. Assim, os estudantes puderam perguntar tudo o que gostariam de saber sobre a vida no Haiti. “Gosto de conhecer pessoas de fora, lidar com novas culturas. A gente tem uma imagem absurda do que acontece por lá e a conversa permite que analisemos a situação de uma forma diferente”, comenta Emanuella Dellani, acadêmica do 3º período.
Dentre os assuntos discutidos, estiveram a Guerra Civil pela qual passou o país, recentemente, o sistema de ensino haitiano, a moeda, as tradições e demais peculiaridades do país centro-americano. A discussão, além disso, permitiu outras conclusões, de acordo com a Professora de Direito Internacional, Marcella Brazão. “Pudemos perceber que existe um bom relacionamento entre os brasileiros e os haitianos, que, de fato, eles respeitam a atuação das ONG’s e dos soldados que lá estão”, destaca.
Chegados à FAG ainda em janeiro, Matin e Saint são os que mais tiveram facilidade para lidar com a língua portuguesa e, por isso, foram os escolhidos para a atividade. Junto deles, porém, ficaram os acadêmicos que mais sabiam lidar com o inglês, para auxiliar os “entrevistados” no caso de necessidade. Assim, os estudantes puderam perguntar tudo o que gostariam de saber sobre a vida no Haiti. “Gosto de conhecer pessoas de fora, lidar com novas culturas. A gente tem uma imagem absurda do que acontece por lá e a conversa permite que analisemos a situação de uma forma diferente”, comenta Emanuella Dellani, acadêmica do 3º período.
Dentre os assuntos discutidos, estiveram a Guerra Civil pela qual passou o país, recentemente, o sistema de ensino haitiano, a moeda, as tradições e demais peculiaridades do país centro-americano. A discussão, além disso, permitiu outras conclusões, de acordo com a Professora de Direito Internacional, Marcella Brazão. “Pudemos perceber que existe um bom relacionamento entre os brasileiros e os haitianos, que, de fato, eles respeitam a atuação das ONG’s e dos soldados que lá estão”, destaca.




