Os cursos de Letras, Pedagogia e Jornalismo participaram recentemente da 3ª etapa do evento “Autores e Ideias”, promovido pelo SESC, que aconteceu no auditório do bloco 2 da FAG. Os acadêmicos assistiram a uma conversa entre os escritores Ana Miranda e Sergio Vilas Boas, mediada pela professora Vera Vilma Fernandes Leite.
Ana Miranda é romancista, autora de diversas obras como “Boca do Inferno”, “A última quimera”, “Desmundo”, entre outros. Já Sergio Vilas Boas é jornalista, pesquisador na área de jornalismo literário e responsável por obras como “Biografismo” e “Rumores do silêncio”. A fala dos autores girou em torno do tema “Entre o real e a invenção”, onde dialogaram sobre a possibilidade de se fazer ou não uma narrativa do real. “A ficção está erroneamente ligada ao conceito de ‘mentira’. A palavra ficção gera muito medo no jornalismo, e esse é um receio que deve ser perdido, já que a ficção pode ser muito mais real do que uma reportagem”, esclareceu Sergio.
O tema deixou os acadêmicos atentos a conversa. Para a acadêmica do 6º período de Jornalismo, Nathália Sartorato, o que mais chamou a atenção foi o processo de criação dos autores. “Pra quem vê de fora até parece algo bem simples, mas claro que não é. Eles se deixam levar pelo sonho, pela intuição, pelos sentimentos. Os dois são pessoas muito inspiradoras!”, comenta Nathália.
Ana Miranda é romancista, autora de diversas obras como “Boca do Inferno”, “A última quimera”, “Desmundo”, entre outros. Já Sergio Vilas Boas é jornalista, pesquisador na área de jornalismo literário e responsável por obras como “Biografismo” e “Rumores do silêncio”. A fala dos autores girou em torno do tema “Entre o real e a invenção”, onde dialogaram sobre a possibilidade de se fazer ou não uma narrativa do real. “A ficção está erroneamente ligada ao conceito de ‘mentira’. A palavra ficção gera muito medo no jornalismo, e esse é um receio que deve ser perdido, já que a ficção pode ser muito mais real do que uma reportagem”, esclareceu Sergio.
O tema deixou os acadêmicos atentos a conversa. Para a acadêmica do 6º período de Jornalismo, Nathália Sartorato, o que mais chamou a atenção foi o processo de criação dos autores. “Pra quem vê de fora até parece algo bem simples, mas claro que não é. Eles se deixam levar pelo sonho, pela intuição, pelos sentimentos. Os dois são pessoas muito inspiradoras!”, comenta Nathália.




