O Laboratório de Próteses e Órteses da Faculdade Assis Gurgacz montou recentemente uma prótese Myo elétrica, que é totalmente automatizada e funciona através de impulsos nervosos. A prótese foi montada pelo ortoprotesista Moisés Inácio da Silva e utiliza uma das tecnologias mais avançadas disponíveis no Brasil.
Quem recebeu a prótese foi o aposentado Adão de Souza, que teve os dois braços amputados em um acidente de trabalho há 11 anos. Ele já utilizava próteses mecânicas e diz que com a nova prótese, as tarefas do dia-a-dia ficaram bem mais fáceis. “Consigo me vestir, comer, mover objetos de lugares e até limpar a casa. Tudo isso sozinho”, conta Adão. Com a prótese elétrica, ele tem estabilidade e força para levantar até 10 quilos.
A FAG recebeu os componentes elétricos para a fabricação prótese através de uma doação e por isso repassou a prótese, que custa cerca de R$ 40 mil, sem custo nenhum para o paciente, que já vem sendo atendido pelo Laboratório através do SUS. O ortoprotesista Moisés Inácio da Silva explica que a utilização da prótese depende da prescrição médica e que não são todos os pacientes que estão aptos a utilizá-la. “Depois da prótese pronta, o trabalho é todo do paciente. É preciso muita dedicação e treinamento para a adaptação”, ressalta. A prótese funciona com uma bateria recarregável, com autonomia de cerca de 72 horas.
Para o presidente da FAG, o empresário Assis Gurgacz, a instituição está cumprindo seu objetivo. “O que tiver de novidade no Brasil e no mundo, queremos ter na FAG. E isso acontece em todas as áreas, através da dedicação e pesquisa de professores e alunos”, diz Gurgacz.
O LABORATÓRIO - Instalado no Centro de Reabilitação da Faculdade Assis Gurgacz (FAG), o Laboratório de Próteses e Órteses da instituição realiza há três anos um trabalho que se tornou referência nesse tipo de atendimento em Cascavel e região. O laboratório fabrica todos os tipos de próteses para membros inferiores e superiores, desde as mais simples até aquelas que exigem um maior grau de tecnologia.
Quem recebeu a prótese foi o aposentado Adão de Souza, que teve os dois braços amputados em um acidente de trabalho há 11 anos. Ele já utilizava próteses mecânicas e diz que com a nova prótese, as tarefas do dia-a-dia ficaram bem mais fáceis. “Consigo me vestir, comer, mover objetos de lugares e até limpar a casa. Tudo isso sozinho”, conta Adão. Com a prótese elétrica, ele tem estabilidade e força para levantar até 10 quilos.
A FAG recebeu os componentes elétricos para a fabricação prótese através de uma doação e por isso repassou a prótese, que custa cerca de R$ 40 mil, sem custo nenhum para o paciente, que já vem sendo atendido pelo Laboratório através do SUS. O ortoprotesista Moisés Inácio da Silva explica que a utilização da prótese depende da prescrição médica e que não são todos os pacientes que estão aptos a utilizá-la. “Depois da prótese pronta, o trabalho é todo do paciente. É preciso muita dedicação e treinamento para a adaptação”, ressalta. A prótese funciona com uma bateria recarregável, com autonomia de cerca de 72 horas.
Para o presidente da FAG, o empresário Assis Gurgacz, a instituição está cumprindo seu objetivo. “O que tiver de novidade no Brasil e no mundo, queremos ter na FAG. E isso acontece em todas as áreas, através da dedicação e pesquisa de professores e alunos”, diz Gurgacz.
O LABORATÓRIO - Instalado no Centro de Reabilitação da Faculdade Assis Gurgacz (FAG), o Laboratório de Próteses e Órteses da instituição realiza há três anos um trabalho que se tornou referência nesse tipo de atendimento em Cascavel e região. O laboratório fabrica todos os tipos de próteses para membros inferiores e superiores, desde as mais simples até aquelas que exigem um maior grau de tecnologia.




