Na última semana, as Clínicas FAG começaram a oferecer uma nova modalidade de reabilitação neurofuncional em Fisioterapia Aquática. Essa é uma abordagem diferenciada de tratamento que tem como objetivos estimular a independência funcional dos pacientes, auxiliando na execução de suas atividades diárias e evidenciando suas potencialidades. Quem coordena o novo projeto são as professoras Cristina Romero e Helenara Moreira.
A professora Cristina Romero lembra que a atividade também contribui para a formação social dos acadêmicos. “Eles são estimulados desde cedo a participar efetivamente do processo de reabilitação, socialização e prevenção continuada”, avalia. “Temos alunos do 5º e do 7º período participando das atividades”, comenta a professora Helenara Moreira. Ela explica que os atendimentos são feitos três vezes durante a semana e duram cerca de uma hora.
O acadêmico do 7º período, Giovani Giordani diz que o projeto ajuda a fortalecer a relação entre pacientes, acadêmicos e professores. “Aprendemos a trabalhar em grupo, sempre respeitando os limites e dificuldades de cada um”, conta.
Para o paciente João Olair Rodrigues, além da reabilitação, a terapia contribui para a socialização. “Na piscina, é mais fácil fazer os movimentos. E também já fiz vários amigos e convivo com pessoas que tem histórias de vida parecidas com a minha”, conta.
A professora Cristina Romero lembra que a atividade também contribui para a formação social dos acadêmicos. “Eles são estimulados desde cedo a participar efetivamente do processo de reabilitação, socialização e prevenção continuada”, avalia. “Temos alunos do 5º e do 7º período participando das atividades”, comenta a professora Helenara Moreira. Ela explica que os atendimentos são feitos três vezes durante a semana e duram cerca de uma hora.
O acadêmico do 7º período, Giovani Giordani diz que o projeto ajuda a fortalecer a relação entre pacientes, acadêmicos e professores. “Aprendemos a trabalhar em grupo, sempre respeitando os limites e dificuldades de cada um”, conta.
Para o paciente João Olair Rodrigues, além da reabilitação, a terapia contribui para a socialização. “Na piscina, é mais fácil fazer os movimentos. E também já fiz vários amigos e convivo com pessoas que tem histórias de vida parecidas com a minha”, conta.




